domingo, 2 de março de 2014

Tchau, good bye pra você!


joelma
Babado, confusão e gritaria. Oh, Joelma! Oh, Joelma! Por que não te calhas? Mais uma vez a lua te traiu, e foi pra valer. Atualmente as atitudes de preconceitos estão sendo justificadas pela Bíblia, seja de quem for, o que falta é estudo. Estudo da Bíblia, estudo dos significados de direitos, o que é ser humano. O protetor das ovelhas é o próprio lobo, coisas que só acontecem no Brasil. Aqui, o rabo abana o cachorro, dizer que o negro é negro é preconceito e, para os mais fanáticos e incomodados, homossexualidade tem cura. A declaração da cantora Joelma, vocalista da Banda Calypso, continua rondando por aí, pairando pelos cantos, levantando e baixando poeira. Seu talento? Não está em discussão, até porque sua história de sucesso é merecedora, como qualquer outro cidadão que soube superar dificuldades.
Poderíamos então sugerir à Joelma uma patente de sua receita de cura aos gays. Quem sabe, após mais estudos de causa, Joelma possa descobrir a cura da corrupção? Oh, Deus! Cura-me do preconceito, mal dos males, câncer da alma. Onde está a receita que cure a fome de seu povo, Joelma? De quantas bocas mataste a sede? Quantas crianças você tirou da rua e deu amor?
Casar é muito além de subir em um altar, é viver o outro. Deus a livre de ter um filho gay, pois somente pessoas abençoadas são presenteadas com filhos homossexuais. Filhos gays são os melhores companheiros, pois não abandonam os pais nem os matam por herança. O filho gay sabe dizer Eu te Amo, lembra de todas as datas e liga pra te dizer Boa noite! Um filho gay não bate nos pais e não troca sua mãe por ninguém. Nada na vida é por acaso, e quando todos ergueram suas mãos munidas de pedras em direção à Maria Madalena, Jesus desafiou: Que atire a primeira pedra quem nunca pecou. Em outras palavras, quem você acha que é pra julgar ao próximo?
Filosofando, Militando ou Criticando, ninguém chega a um objetivo comum. Então vamos cada um cuidar da própria vida, porque Jesus só existiu um. “Tô de saco cheio não dá mais pra aturar, essa maldita obsessão.”
Fonte: Agencia LGBT Brasil

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