Na próxima
quarta-feira, 29 de janeiro, para celebrar o Dia Nacional de Visibilidade
Trans, o Hospital das Clínicas de Pernambuco, em Recife, estará lançando a
Campanha “Onde está a diferença? Veja além do preconceito!”, com apoio do
Programa e Pós-graduação em Psicologia e Departamento de Serviço Social da
UFPE.
Dia 29 de janeiro
começam a ser veiculados no Hospital das Clínicas da UFPE cartazes alusivos à
campanha “Onde está a diferença? Veja além do preconceito!”. Esta ação quer
começar um processo de institucionalização de um Programa de Atenção Integral à
Saúde das Pessoas Trans, no Hospital das Clínicas, em conformidade com a
Portaria Nº 2.803, de 19 de Novembro de 2013 do Ministério da Saúde que
redefine e amplia o Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS).
Esta portaria foi uma
das respostas do Governo Federal à decisão judicial proferida em setembro de
2013, que determinou ao Ministério da Saúde o cumprimento integral das medidas
necessárias para possibilitar a realização no SUS de todos os procedimentos
médicos para garantir a cirurgia de “transgenitalização” e a “readequação
sexual” no Processo Transexualizador, conforme os critérios estabelecidos em
Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM).
A campanha é uma
primeira ação, de abordagem mais sócio-cultural, querendo fomentar no ambiente
do HC uma cultura de Respeito à Diversidade. Paralelamente, a partir de
parceria com o Programa de Pós-graduação em Psicologia e o Departamento de
Serviço Social da UFPE, estão sendo tomadas medidas para composição e formação
de equipe especializada, bem como estabelecidas estratégias para garantir o
monitoramento contínuo do serviço pelos/as usuários/as e pelos Movimentos
Sociais Organizados.
O dia 29 de janeiro foi
escolhido por ser considerado o Dia Nacional de Visibilidade Trans. A
institucionalização desta data teve por objetivo ressaltar a importância da
diversidade e respeito em relação às “Pessoas Trans”, expressão que inclui
pessoas transexuais, travestis, transgêneros, crossdressers, MTF (Male to
Female), FTM (Female to Male) e outras autodenominações existentes no Brasil.
Fonte: Dois Terços
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